Quando olhamos para o cenário digital de 2026, percebemos que as ameaças cibernéticas atingiram um novo nível de sofisticação. Um relatório governamental recente constatou um aumento global de 47% nos ciberataques no primeiro trimestre de 2025, comparado ao mesmo período de 2024. No Brasil, esse crescimento chegou a 21%, com um salto nas tentativas de ransomware. (relatório governamental)
Sabendo disso, sentimos na Altcom Tecnologia a responsabilidade de compartilhar o que aprendemos ao longo de nossos 20 anos ajudando empresas de contabilidade e outras áreas a se protegerem. Afinal, criar um plano de gestão de riscos cibernéticos exige não só técnicas atualizadas, mas uma abordagem que priorize prevenção, resposta rápida e acompanhamento constante.
Não existe risco zero. Mas existe controle.
Por que um plano atualizado faz diferença?
Muitos imaginam que ter um antivírus e um firewall seja suficiente. Mas em 2026, esses são apenas pontos de partida. As ameaças evoluem, assim como as exigências legais, os métodos de ataque e as necessidades do próprio negócio.
Vimos situações em que empresas que ignoraram a revisão frequente de suas políticas acabaram experimentando prejuízos graves. Por isso, priorizamos a construção de planos flexíveis e ajustáveis, com o cliente sempre participando desse processo. Essa participação ativa é pilar da nossa metodologia Altcom 365.
Quais são os passos para montar um plano eficaz?
Ter um bom plano significa pensar no antes, durante e depois dos risos digitais. Compartilharemos agora os pontos que consideramos fundamentais.
- Mapeamento de ativos e dados críticos: Identificar tudo o que precisa ser protegido – de computadores aos arquivos digitais dos clientes, passando por documentos físicos escaneados e sistemas contábeis. Sem um inventário completo, qualquer estratégia estará amparada em suposições frágeis.
- Análise dos riscos atuais: Olhar para dentro e fora do negócio. Analisar vulnerabilidades técnicas, pessoas, processos e fornecedores. Envolver as equipes para que todos se sintam parte da proteção, ouvindo desde o time técnico até a recepção. Quando todos compreendem o risco, a chance de falha diminui.
- Classificação dos riscos: Após identificar os possíveis problemas, é hora de avaliar o impacto e a probabilidade de cada cenário. Nem todos os riscos são iguais: priorizar é ganhar tempo e eficiência no uso do orçamento.
- Definição de controles de proteção: Aqui entram medidas técnicas (como criptografia, backup, troca periódica de senhas, autenticação por múltiplos fatores) e educativas (treinamentos, campanhas de conscientização).
- Plano de resposta a incidentes: Quem faz o que, em caso de invasão ou vazamento? Ter processos claros evita pânico, acelera decisões e reduz o impacto.
- Acompanhamento constante e melhoria: Gestão de riscos cibernéticos é um processo vivo. Revisamos periodicamente nossos controles, testamos cenários de ataque e mantemos contato próximo com o cliente para ajustar rapidamente o plano.
Na Altcom, integramos essas etapas à rotina, com visitas de acompanhamento e relatórios claros, alinhando expectativa e realidade em tempo real.
Humanos: o elo mais sensível
Mesmo com as melhores ferramentas, não podemos subestimar o fator humano. Em muitos casos, as falhas começam por pequenas distrações, senhas fracas ou até um clique em um e-mail suspeito. Discussões recorrentes em nossos treinamentos mostram que, quando explicamos com exemplos práticos do dia a dia, a retenção de conhecimento aumenta.
- Criação e atualização de políticas claras de segurança
- Treinamentos recorrentes, nunca apenas uma vez por ano
- Simulações reais de phishing e outros ataques
- Abertura para relatos de possíveis erros sem punição imediata
Abordamos muito sobre esses tópicos em nosso artigo sobre segurança da informação. É um ótimo ponto de partida para quem deseja entender como transformar pessoas em barreiras de proteção, não em pontos fracos.

Como desenvolver políticas e processos alinhados à realidade?
Frequentemente ouvimos de gestores: "Minha empresa é pequena, não sou alvo." Mas os criminosos sabem que organizações menores nem sempre têm proteção adequada, tornando-as alvos frequentes. Por isso, construímos políticas de segurança mesmo para clientes de menor porte, alinhadas à orientação para prevenir perdas empresariais.
- Descrever claramente responsabilidades de cada setor no cuidado com os dados
- Estabelecer procedimentos para acesso remoto seguro
- Incluir regras para dispositivos pessoais usados no trabalho
- Aprovar rotinas de backup automatizado e testes de restauração
- Integrar regras para atualização de sistemas, aplicativos e dispositivos
Garantir a adesão dessas políticas requer mais do que simplesmente redigir documentos: é preciso praticar, monitorar e corrigir o que não funciona. Sempre acrescentamos aprendizados extraídos de simulações reais e auditamos, periodicamente, a aderência às normas.
Quais tecnologias fazem diferença em 2026?
As evoluções recentes na gestão de nuvem, inteligência artificial para detecção de ameaças e controles avançados de acesso mudaram o jogo. Mas, antes de investir em novidades, validamos se elas integram de forma harmoniosa com o ambiente de cada cliente.
A Altcom Tecnologia segue padrões atuais que incluem:
- Autenticação multifator integrada aos principais sistemas contábeis
- Soluções de backup em nuvem com criptografia ponta a ponta
- Monitoramento em tempo real de tentativas de ataque
- Ferramentas de controle de acesso baseadas em permissão mínima
- Testes regulares de vulnerabilidade, como detalhado em nosso artigo sobre testes de pentest
Compartilhamos em nosso conteúdo sobre segurança de dados como essas práticas vêm garantindo mais tranquilidade às contabilidades e empresas atendidas.
Como responder rapidamente a incidentes?
Mesmo com barreiras robustas, nenhuma proteção é absoluta. A capacidade de identificar e reagir rapidamente a invasões determina o tamanho do prejuízo.
Montamos sempre um plano de resposta com:
- Critérios claros para detectar incidentes
- Processos automáticos de isolamento do problema (bloquear conta, desconectar máquina, etc.)
- Comunicação estruturada: quem deve ser informado, como reportar oficialmente, quem fala com os clientes
- Revisão do ocorrido para evitar reincidências
E, se houver ataque, trabalhar com backup atualizado pode definir a diferença entre prejuízo e recuperação rápida - um ponto sempre enfatizado em nossas consultorias.

Revisão e exercícios práticos: mantendo o plano vivo
Testar seu plano de tempos em tempos é a ponte entre a teoria e a prática. Aplicamos, junto aos nossos clientes, exercícios de simulação, auditorias rápidas e revisões frequentes. Isso permite corrigir rumos, ajustar comandos automáticos de resposta e treinar a equipe sem surpresas.
Um plano de gestão de riscos cibernéticos precisa ser discutido, revalidado e atualizado sempre que houver mudança tecnológica, entrada de novos funcionários, ou mesmo após a leitura de tendências setoriais e novas legislações.
Conclusão
Em 2026, os ataques cibernéticos estão em alta e não há setor imune. Um bom plano de gestão de riscos cibernéticos vai além de tecnologia: ele pressupõe cultura, treinamento, processos claros e um parceiro comprometido em cuidar de cada detalhe.
Com a Altcom Tecnologia, você conta com experiência, acompanhamento próximo e soluções customizadas que se alinham ao momento da sua empresa. Quer saber como construir um plano robusto e resiliente? Entre em contato e veja como podemos amadurecer juntos o conceito de tecnologia segura.
Perguntas frequentes sobre gestão de riscos cibernéticos
O que é gestão de riscos cibernéticos?
Gestão de riscos cibernéticos é um conjunto de práticas para identificar, avaliar e tratar ameaças que podem afetar os dados, sistemas e processos digitais de uma empresa. Ela visa reduzir o impacto de eventuais incidentes e fortalecer a capacidade de resposta diante de ataques virtuais.
Como criar um plano de riscos eficiente?
O caminho inclui identificar ativos críticos, mapear riscos, priorizar ameaças, implementar controles de proteção (técnicos e humanos), elaborar um plano de resposta a incidentes e revisar periodicamente todas as etapas. O envolvimento de todos os setores da empresa é fundamental para que o plano seja prático e aplicável.
Quais são as melhores práticas em 2026?
Entre as principais práticas modernas, destacam-se o uso de autenticação de múltiplos fatores, backup em nuvem criptografado, monitoramento em tempo real, treinamento recorrente dos colaboradores e a realização de testes de vulnerabilidade. Integrar esses pontos ao dia a dia faz toda diferença, como mostramos em nosso artigo sobre ameaças de ransomware.
Quanto custa implementar um plano desses?
Os custos variam conforme o porte da empresa, o nível de maturidade atual, ferramentas envolvidas e o grau de personalização do plano. Geralmente, o investimento é muito menor do que os prejuízos causados por um ataque cibernético. Em consultorias especializadas como a da Altcom, é possível modular os custos conforme a necessidade e o momento do negócio.
Por que é importante atualizar o plano?
Porque ameaças, tecnologias e rotinas mudam o tempo todo. Novas vulnerabilidades surgem, processos internos se transformam e as exigências legais evoluem. Manter o plano atualizado é garantir que a empresa está sempre protegida contra os riscos mais recentes e preparada para responder rápido em caso de emergência.
